06. Gestão de Programas de Desenvolvimento


Nossa Metodologia - TED | Trilha Eureca de Desenvolvimento

Nossas Ferramentas para desenvolver e potencializar talentos.

Premissas: empatia, design thinking, a co-criação, contextualização nas necessidades reais da organização e do jovem, conteúdos relevantes e conexão com o dia-a-dia.

As jornadas de desenvolvimento têm um desenho baseado nas premissas da Jornada do Herói de Joseph Campbell, onde a Eureca se coloca como mentora, companheira de jornada, desde o convite ao desenvolvimento e desafios até o retorno com as novas conquistas.

Estruturamos nossa forma de desenvolver pessoas em quatro etapas, cada uma com seu conceito e  
ferramentas para nos ajudar a construir a melhor experiência possível.

Representação visual da TED em formato de Jornada
Modelo Visual da TED em formato de Jornada


Fase I - Briefing IDEA

Abordagem Contextualizada

O que é essa fase: O início de qualquer processo deve partir da compreensão da realidade contextual, para iniciar o processo de design de uma Trilha Eureca de Desenvolvimento, partimos do OUVIR, que usa de perguntas poderosas e técnicas de empatia para compreensão das necessidades de nossos clientes, parceiros e jovens, por isso desenvolvemos duas ferramentas de Briefing.

Para que serve: Essa fase é aplicada para entender pontos de vista de todos os envolvidos, ouvir atentamente e relacionar de forma compreensiva os objetivos e expectativas dos impactados por essa Jornada, para assim criarmos uma Jornada de Desenvolvimento assertiva de acordo com as expectativas e necessidades captadas.

  • Framework de Briefing - IDEA
O que é a ferramenta: Nossa ferramenta de Briefing se chama IDEA e tem como foco entender de forma empática tudo que envolve o processo de desenvolvimento à partir da ótica de nossos clientes e do jovem. 

Para que serve: A idéia é contribuir com a estruturação de um programa efetivo e de alto impacto, co-criando com o cliente e dando empoderamento não somente ao jovem, mas também ao RH e à organização.

Como usar: 
- Clique aqui para acessar o modelo da Ferramenta e Faça Download ou Crie uma Cópia da Ferramenta e salve na pasta do projeto.
- Preencha as respostas durante a fase de Briefing/Investigação com o Cliente ou Parceiro.

Modelo IDEA de Briefing
Modelo IDEA de Briefing
  • Mapa da Empatia - Indicador de impacto esperado no jovem
O que é a ferramenta: Para auxiliar na construção e detalhamento de um briefing ainda mais assertivo, utilizamos como indicador uma adaptação ao Mapa da Empatia, que faz parte da metodologia Canvas para Negócios. 

Para que serve: Com a utilização do IDEA e do Mapa da Empatia na Abordagem Contextualizada como briefing, nosso principal objetivo é colher as informações mais próximas possíveis da realidade do cliente, ajudando-o a trazer mais consciência para identificar quais são suas dores, necessidades e desejos de transformação.

Como usar: 
Clique aqui para acessar o modelo da Ferramenta e Faça Download ou Crie uma Cópia da Ferramenta e salve na pasta do projeto.
- Preencha as respostas durante a fase de Briefing/Investigação com o Cliente ou Parceiro.
- Após preenchimento de ambas as ferramentas será possível a criação de um Briefing mais detalhado e mais empático que servirá como base para o desenho de toda a TED.

Representação visual do Mapa da Empatia, redesenhado com especificações para uma abordagem altamente contextualizada.


Fase II - Planner de Conteúdo (PDC)

Metodologia Inovadora

O que é: Para a fase CRIAR, desenvolvemos um framework estruturado para suportar a criação de nossos conteúdos de desenvolvimento, modelo único e versátil para design das Jornadas, onde podemos ter toda uma base teórica e técnica, sem deixar a prática e criatividade de lado, mantendo a flexibilidade para o Facilitador.

Para que serve: desenhar e criar nossos conteúdos dos programas de desenvolvimento de forma estruturada, bem embasada e com objetivos e outputs claros (para nós e para possível apresentação em forma de relatório para os clientes na fase de implementação dos projetos).

Como usar:
 
Clique aqui para acessar o modelo da Ferramenta e Faça Download ou Crie uma Cópia da Ferramenta e salve na pasta do projeto.
- O PDC é composto de 3 grandes partes:
  1. Pontos-Chave: 
    1. definimos e listamos o Tema principal para o Workshop;
    2. escolhemos as principais Competências (softskills ou hardskills) a serem trabalhadas;
    3. e listamos os Tópicos Chave que serão as bases para o desenvolvimento do conteúdo.
  2. Conteúdo: Objetivo de manter o jovem em desenvolvimento contínuo, antes, durante e depois dos encontros e módulos.
    • Pré-Módulo: visa despertar o interesse e curiosidade, introduzindo o tema;
    • Módulo: desenvolvimento presencial ou online do conteúdo;
    • Pós-Módulo: dá continuidade, firmando o aprendizado;
  3. Embasamento e Resultados: Na base desse framework encontramos 2 itens fundamentais para o sucesso da jornada de desenvolvimento: 
    • embasamento teórico: trará tanto referências quanto ferramentas importantes para o programa de desenvolvimento;
    • outputs claros: quais são os resultados que queremos obter na prática com este Workshop.
Mapa do Planner de Conteúdo, utilizado para criação das Jornadas de Desenvolvimento.
Mapa do Planner de Conteúdo, utilizado para criação das Jornadas de Desenvolvimento.


Fase III - Guia do Facilitador

Conteúdo Relevante

O que é essa fase: ENCANTAR é uma premissa da nossa parte. Essa fase é de extrema importância para que o impacto seja real na vida do jovem e das organizações, por isso trabalhamos com a formatação de experiências das Trilhas com ferramentas e técnicas que tragam conteúdos relevantes e entregas especiais, humanas, encantadoras.

Para que serve essa fase: Temos 5 etapas adaptadas da Teoria U para garantir os resultados no desenvolvimento:

1. Sensibilizar – Mostrar a importância de se fazer ou aprender determinada competência;
2. Inspirar – Mostrar quem já está fazendo ou a melhoria que pode acontecer quando se passar a utilizar determinada competência;
3. Instrumentalizar – Como fazer para colocar essa competência em prática;
4. Refletir – o que de fato eu aprendi? O que estou sentindo quando volto para "casa"?
5. Agir – O que farei a seguir em relação a isso?

O foco é despertar o desejo dos participantes ao aprendizado e mostrar na prática como esse conteúdo pode ajudá-los.

  • O Guia do Facilitador
O que é a ferramenta: Uma "planilha" que vai ajudar o facilitador a organizar os principais momentos do dia de desenvolvimento;
Pra que serve a ferramenta:
Com a missão de levar a melhor experiência para os encontros presenciais, com essa ferramenta pode-se programar os principais pontos do workshop com todo encantamento, cuidado e sem perder a autonomia e personalidade.

Como usar: 
Clique aqui para acessar o modelo da Ferramenta e Faça Download ou Crie uma Cópia da Ferramenta e salve na pasta do projeto.
- Complete os ítens listados abaixo de acordo com seu estilo e sua leitura dos momentos e do público dessa etapa da Trilha.
  1. Objetivo - aqui vamos retomar qual é o objetivo do encontro, o que se espera como output do encontro;
  2. Conteúdo - é o que de fato vai ser passado, quais os principais pontos, qual a principal mensagem de cada conjunto de slides/conteúdos;
  3. Aplicação - é a forma que o conteúdo vai ser aplicado, se será utilizada exposição, dinâmica, atividade, resolução de algum exercício, vídeo, perguntas, etc;
  4. Tempo - Qual o tempo previsto para cada um desses momentos;
  5. MOOD - Qual sentimento que queremos despertar no participante durante cada momento da atividade, qual o clima queremos deixar.
Representação do Guia do Facilitador: documento interno de uso do facilitador que o auxilia durante as entregas.


Fase IV - Salto

Mão na Massa

O que é essa fase: Para que a fase de TRANSFORMAR o jovem e a organização seja efetiva, o aprendizado precisa ser experiencial, mão-na-massa. Praticamente 100% das referências estudadas para construção da metodologia possuem essa afirmativa comprovada.

Para que serve essa fase: Os objetivos dos Saltos giraram em torno de fatores críticos de sucesso, em temas como redução de custos, aumento de eficiência e inovações, aprimoramento de vendas ou aumento de impacto social, por exemplo.

- Salto é uma oportunidade de proporcionar visibilidade para os jovens.
- Salto é uma oportunidade de aplicar um desafio estratégico para o jovem resolver.
- Salto é uma oportunidade de disseminar a energia dos jovens entre toda a empresa.
- Salto é uma oportunidade dos jovens trabalharem entre si e com membros de outros setores.
- Salto é uma excelente ferramenta para se medir o ROI do programa de desenvolvimento. Por meio dele consigo mensurar quanto inovamos, melhoramos processos ou diminuímos custos, por exemplo.

  • Formatos de Salto

    • Mini-Saltos
      O que são: 
      Esses são modelos de Saltos aplicados a cada encontro de desenvolvimento das Trilhas, onde é possível medir o conhecimento pré-desenvolvimento e o pós-desenvolvimento, fazendo inclusive a manutenção desse desenvolvimento. Os mini-saltos são compostos por:
      - conteúdos pré-workshops: para introduzir o conteúdo abordado e gerar curiosidade;
      - conteúdos pós-workshops: para incentivar que o conteúdo aprendido na etapa presencial seja colocado em prática no dia-a-dia "comum". 

    • Saltos Coletivos ou Saltos de Autodesenvolvimento Individuais
      O que são: 
      Saltos que possuem uma duração maior, geralmente entre 6 e 12 meses - e possibilitam os jovens desenvolverem os aprendizados de uma maneira prática durante o período de uma Jornada de Desenvolvimento completa.

      Geralmente esses Saltos envolvem o desenvolvimento de um projeto de médio-prazo (duração da Jornada de Desenvolvimento) para que se possa medir o desenvolvimento do jovem quando começou e quando finalizou o projeto.


  • Designer de Saltos
    O que é a ferramenta: Uma ferramenta que visa organizar estruturadamente o programa de Saltos com embasamento e outputs claros.
    Para que serve a ferramenta: utilizada para o planejamento dos Saltos, para responder às perguntas:
    - Que Salto os jovens terão? (Objetivos);
    - O que queremos com esse Salto? (Outputs);
    - Que metodologia utilizaremos (Metodologia de Salto);
    - Qual a estrutura de cada encontro de Suporte ao Salto? (Estrutura de Encontros Presenciais);
    - Como mediremos os resultados do Salto (Métricas de Impacto);

    Tudo isso dentro do contexto da Jornada de Desenvolvimento previamente desenhada.



Dinâmicas de Avaliação e Feedback

Acompanhamento de Impacto

O que é: É no final de cada Trilha de Desenvolvimento, após os Saltos, que poderemos ter um indicador de sucesso mais claro, medindo os impactos do programa de desenvolvimento.

À partir da análise feita entre 3, 6 e 9 meses da realização do projeto, poderemos medir os impactos de empoderamento na vida do jovem e esses impactos dentro dos ambientes organizacionais que o jovem está inserido.

Para que serve: Esse indicador nos apontará em cada ponto desenvolvido na jornada da metodologia:
- Quão relevantes foram as competências desenvolvidas para empoderar o jovem a transformar a realidade?
- As competências desenvolvidas trouxeram o impacto desejado pelo contexto organizacional na vida do jovem e da organização?
- O jovem foi inspirado e motivado a agir com o que aprendeu e realmente o fez de forma estruturada?
- Essa ação do jovem trouxe quais impactos para a vida desse jovem profissional e para as organizações as quais ele faz parte?
- Cumprimos a nossa missão como Eureca?

Como usar: Clique aqui para acessar o modelo da Ferramenta com as sugestões de Perguntas para envio aos jovens, RH, Gestores e públicos de interesse para o Acompanhamento.
- Sugerimos a utilização do TypeForm para criação dos Formulários com questionário; Criar um formulário para cada público e por fase do projeto (sugestão de acompanhamento a cada 3 meses).
- Sugerimos também o envio de um conteúdo de manutenção dos temas trabalhados até o período, enriquecendo o contato para além da pesquisa e questionário.
- Após esse primeiro contato, marcar um bate-papo via call de aprofundamento nas questões mais importantes do Feedback recebido, num formato que possa colaborar para o desenvolvimento do gestor, RH, jovem ou público relacionado (sugerimos por volta de 30 a 60 minutos de call);

Hub de Desenvolvimento | Questionário Base para Indicadores de Projeto / Acompanhamento Jovens V.0




    Documentação da Metodologia

    Neste doc abaixo você pode conferir todas as informações e o artigo completo da metodologia TED - Trilha Eureca de Desenvolvimento.

    METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO EURECA



    Referências

    "Teoria U", Otto Scharmer;
    "O Poder da Empatia", Roman Kznaric;
    "A Jornada do Herói", Joseph Campbell;
    "Design Thinking, Inovação em negócios", MJV Press.
    "Business Model Canvas", Alex Osterwalder e Yves Pigneur.
    "A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo", Kznaric Roman, trad. Maria Luiza X. de A. Borges.
    "Coaching para Alta Performance", John Whitmore.